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Mostrando postagens de Março, 2016

PRODUÇÃO ACADÊMICA: DIFICICULDADES DOS ACADEMICOS DE LETRAS DA UEA DE MANACAPURU

PRODUÇÃO ACADÊMICA: DIFICICULDADES DOS ACADEMICOS DE LETRAS DA UEA DE MANACAPURU Amábyle Karoline
Irenilde
Johnatas Silva
Lauanda Menezes
Lia Mara
Michelly Picanço Raimundo Nogueira Rosinete
RESUMO
O presente trabalho tem como objetivo dar publicidade a algumas reflexões acerca da observação de uma dificuldade comum aos acadêmicos do curso de letras da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no município de Manacapuru – a dificuldade em produção de textos acadêmicos. Por meio de entrevistas com os acadêmicos e com a professora mediadora, além da pesquisa bibliográfica, foi possível definir um ponto em comum na gênese desse problema de modo que, com as informações obtidas, tornou-se viável a apresentação de uma atitude capaz de remediar ou minimizar os efeitos negativos dessa dificuldade comum. Palavras-chave: Metodologia. Acadêmicos. Dificuldades.

1 INTRODUÇÃO
Ao realizar uma breve observação empírica da turma de Letras, acadêmicos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), no polo de Manacapu…

ORGANIZANDO O ESTUDO E O APRENDIZADO

O PROFESSOR COMO ORIENTADOR DA APRENDIZAGEM


Johnatas Silva Raimundo Nogueira Rosinete Araújo





RESUMO: O presente artigo discute a organização do estudo como condição fundamental para o bom desempenho da aprendizagem, destaca a importância do professor no processo de organização, sem, contudo, relegar o aluno a uma atitude meramente passiva e ressalta ainda, a deficiência dos cursos de formação dos profissionais do magistério e, via de consequência, aponta para a necessidade de uma formação adequada daqueles profissionais.
Palavras-chave: organização do estudo. Aprendizagem. Papel do professor.




Considerando que a aprendizagem é o resultado do estudo, dessume-se que a organização deste é essencial para o sucesso daquela. No âmbito escolar, a relação entre organização do estudo e aprendizagem se mostra ainda mais importante, exigindo-se comprometimento tanto de aluno quanto de professor. O professor, como sujeito dirigente do processo de ensino-aprendizagem, é de certa forma, o responsável pela …

EDUCAÇÃO FORMAL, NÃO-FORMAL E INFORMAL

Questão 8 da PF 01.03.2016
Texto
     Existem variados tipos de processos educacionais, dentre os quais destacarei os três mais habituais (juntamente com seus respectivos elementos e sujeitos envolvidos): Educação Formal, Educação Não-Formal e Educação Informal.
     1. Educação Formal: consiste na forma de educação em que o sujeito (aluno) é submetido a uma metodologia pré-estabelecida para fins específicos, sendo contemplado com um diploma formal no término de seu período de escolarização. Esse tipo de educação acontece em instituições próprias para esse processo. Alguns exemplos são as escolas públicas e privadas, escolas técnicas e as universidades.
2. Educação Não-Formal: consiste no processo educacional em que o sujeito (aluno) adquiri conhecimento e educação através das vivências da vida. O condutor de conhecimento, nesse tipo de educação, é sempre o outro. Para esse processo não existem instituições de ensino, portanto os espaços físicos podem ser os mais variados. Exemplos: igrej…

FATO SOCIAL; AÇÃO SOCIAL; KARL E A EDUCAÇÃO; KARL MANHEIM E A EDUCAÇÃO SADIA

Explique como a educação é um fato social e uma social, demonstrando a diferença teórica na aplicação desses dois conceitos sociológicos.
A educação é um fato social por ter como finalidade socializar o indivíduo, tornando possível a aceitação do mesmo no meio social no qual está inserido. Também é uma ação social porque permite que o indivíduo aja de maneira positiva – ou não – às expectativas do fato social, como por exemplo quando alguém vai à escola. Dessa forma, a diferença teórica na aplicação desses dois conceitos se dá a partir da percepção de que o fato social é exterior ao indivíduo, ou seja, já existente na sociedade, enquanto que a ação social parte do interior do indivíduo.
(Johnatas Silva, aluno do curso de Letras Língua Portuguesa da UEA – Universidade do Estado do Amazonas) ... Karl Marx e a educação
Na percepção marxiana a educação é um instrumento usado pela classe dominante para introduzir valores à classe menos favorecida (o proletariado). Para ele essa é uma forma de s…

ETAPAS SUGERIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE

1. Qual a relação entre a valorização da educação atualmente no Brasil e a herança colonial?
É importante mencionar que o processo educacional no Brasil tem, sem dúvidas, marcas do legado português. Digo isso porque Portugal perdeu muito, no período de suas descobertas marítimas no século XV, devido ao modo de como administrava, terrivelmente, os bens públicos. (A história nos mostra isso).
Toda a insatisfação que educação brasileira ainda carrega nos diferentes aspectos – os indicadores de desempenho escolar estão aí para comprovar –, é resultado de uma péssima gestão dos recursos (herança dos portugueses) destinados à ela. Essa má qualidade de gestão traz, consequentemente, má qualidade de educação.
2. Indique argumentos que podem reafirmar a constatação de que o futuro do crescimento brasileiro estaria sob ameaça real, caso não sejam tomadas medidas para reverter a situação dos indicadores negativos sobre a alfabetização.

Realmente o futuro do Brasil está sob ameaça, os indicadores neg…

ARTIGO BASEADO NO ARTIGO DE JORGE LARROSA BONDÍA

Cinco pontos que sintetizam a postura do autor sobre a experiência e o saber de experiência.
Jorge Larrosa Bondía, em seu artigo “Notas sobre a experiência e o saber de experiência”, discorre sobre seu ponto de vista em relação à educação, aludindo que o campo pedagógico está dividido entre os chamados técnicos e os críticos, entre os partidários da educação como ciência aplicada e os da educação com práxis política. Ele propõe um novo olhar e uma nova perspectiva sobre a educação e o conhecimento a partir da experiência/sentido, trazendo certo significado a algumas palavras, em determinados contextos. Vejamos:
1. O autor faz uma análise da palavra experiência,afirmando que ela é “aquilo que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca”. O excesso de informação, segundo ele, nos priva da experiência, porque o sujeito da informação passa a maior parte do seu tempo buscando informação, não dando espaço para a experiência. A raridade da experiência se dá, também, porque o sujeito moderno,…